terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A PRÓXIMA DÉCADA NO CAMPO DA (IN)SEGURANÇA PÚBLICA

Luiz Eduardo Soares

(Publicado na Revista Época (27-dez-2010), que está nas bancas)
(Ver entrevista no Programa Roda Viva da TV Cultura no ultimo dia 29 de novembro de 2010:
http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/programa/1232)

O que nos reservam os próximos dez anos? As principais tendências apontam para a nacionalização dos problemas, que deixam de ser exclusividade dos centros metropolitanos e se espalham pelo país. A epidemia das armas e, portanto, dos homicídios tem se deslocado para áreas de crescimento tardio mas acelerado, cujo desenvolvimento oferece oportunidades, ainda que o emprego para jovens continue exíguo. É o caso de cidades nordestinas e do Centro-Oeste ou do litoral fluminense, por exemplo. Se o petróleo deixou rastro de mudanças rápidas e desordenadas, aquecendo a violência (como em Macaé), o pré-sal pode intensificar esse fenômeno. As fronteiras tendem a ferver, sob a tensão dos tráficos, contrabandos e piratarias. Foz do Iguaçu é o caso emblemático. A questão do terrorismo se imporá por conta dos
eventos internacionais e também porque a precariedade de nossos controles atrairá grupos que, pressionados em suas regiões de origem, busquem um recuo tático.

Enquanto o tráfico de drogas, envolvendo controle territorial e domínio de comunidades, tende ao declínio porque é anti-econômico, além de desnecessariamente arriscado, o negócio das drogas continuará prosperando, em um formato nômade, mais leve e menos perigoso, como ocorre nas democracias mais avançadas.

A insuficiência dos salários pagos aos policiais continuará a empurrá-los para o bico na segurança privada, o que, sendo ilegal, obrigará as autoridades a conviver com o ilícito, para evitar demanda salarial e colapso orçamentário. Essa tolerância, ao gerar uma área de sombra, manterá fora do campo de fiscalização os policiais que se aproveitarem disso para provocar insegurança e vender segurança, ou para formar grupos de extermínio, ou ainda para se organizar como milícias. Tais máfias tendem, portanto, a uma expansão viral, estendendo tentáculos políticos e se infiltrando em outras instituições públicas.

O sistema político-eleitoral, como se sabe, estimula a corrupção. Nesse ambiente, os crimes de colarinho branco tem prosperado e tendem a avançar, porque as barreiras às ilegalidades, progressivamente derrubadas, abrem espaço para novas conexões entre distintos tipos de crime organizado, produzindo configurações mais complexas e ameaçadoras.

A homofobia parece ganhar força, na exata medida em que novos direitos se afirmam, suscitando reações perversas em grupos culturalmente vulneráveis aos racismos e preconceitos --o mesmo valendo para a violência de gênero e a brutalidade contra crianças. A praga do crack somada à nossa hipócrita política de drogas tendem a acelerar a criminalização da pobreza, no contexto marcado pela seletividade das ações policiais e pela profunda desigualdade no acesso à Justiça. O aumento veloz da população carcerária incrementará a degradação ainda maior do sistema penitenciário e jogará na carreira criminal mais e mais jovens presos por pequenos delitos não-violentos. A corrupção policial e a brutalidade letal, bases de sustentação de tantos crimes (a começar pelo tráfico de drogas), crescerão se forem mantidas as atuais estruturas organizacionais das polícias, refratárias à gestão racional e ao controle externo. A desvalorização da perícia, comum em boa parte do país, continuará reduzindo prisões ao flagrante e inviabilizando investigações.

As boas experiências em alguns estados, como as UPPs, e em vários municípios tendem a não se generalizar nem aprofundar, porque se realizam apesar do modelo policial e da arquitetura institucional da segurança e não graças a eles.

O que fazer para prevenir esse cenário? Sabemos que há necessidade de políticas multi-setoriais, porque os dilemas se inscrevem em diferentes dimensões da vida social, do emprego à educação. Vou me concentrar na área mais específica, avaliando o passado recente.

Os oito anos de Lula na presidência foram antecedidos pela divulgação de um plano nacional de segurança pública, que o primeiro mandato ensaiou implementar, mas optou por abandonar, e o segundo retomou, parcialmente, esvaziando-o das propostas mais ambiciosas e potencialmente geradoras de conflitos. O plano firmava o compromisso de propor ao Congresso que alterasse o artigo 144 da Constituição, transformando, assim, a arquitetura institucional da segurança pública, que priva a União de maiores
responsabilidades, exclui os municípios e condena as polícias estaduais à reatividade, à rivalidade, à repetição inercial de velhos padrões ineficazes e ilegais, ao voluntarismo espasmódico e ao descontrole. O modelo policial com duas meias polícias, a civil e a militar, impede a gestão racional, legalista e eficiente.

No segundo mandato, o ministro da Justiça, Tarso Genro, implementou o programa nacional de segurança com cidadania, destacando a prevenção e o papel dos municípios. Na secretaria nacional de segurança pública, Ricardo Balestreri criou a rede nacional de ensino em segurança pública, o mais bem sucedido esforço de qualificação dos profissionais da área. As reformas institucionais, entretanto, ficaram fora da agenda.

Impossível prever o que fará a presidente Dilma Roussef. Os governos federais –sem exceção-- têm se esquivado de enfrentar o desafio das reformas. Resta a pergunta: o Brasil, que já enfrenta tantos gargalos --infra-estrutura, educação, sistemas tributário e político--, suportaria o cenário prospectivo que expus? A próxima década parece começar sob o signo da falta de vontade política para dirigir e celebrar um pacto nacional supra-partidário em torno de transformações institucionais inadiáveis, na segurança. Por outro lado, a década promete avanços sociais e econômicos aos quais corresponderá a exigência de que as lideranças políticas (e a sociedade) encarem com mais coragem, lucidez e espírito público suas
responsabilidades. A pressão do processo histórico contra os gargalos ou nos
condena ao atraso e ao eterno retorno da violência ou nos força a encarar a
sério nossas debilidades para corrigi-las. Digo isso com otimismo, confiando
na potência criativa dessa contradição.

Postado por Onivaldo Dyna - pós-graduando em Juventude Contemporânea.

sábado, 18 de dezembro de 2010

HISTÓRIA DO NATAL DIGITAL


Como as Redes Sociais, a web e o mobile contam a História da Natividade.
O Natal através do Facebook, Twitter, YouTube, Google, Wikipedia, Google Maps, GMail, Foursquare, Amazon...

Os tempos mudam, o sentimento continua o mesmo.

postado por Onivaldo Dyna, pós-graduando em juventude

terça-feira, 30 de novembro de 2010

OLYMPIKUS LANÇA A COPA DAS PESSOAS


A convite da Olympikus, 32 cineastas produziram, juntos, um filme que tem como cenário 32 países que participaram da Copa de 2010. O filme pretende mostrar o verdadeiro sentido de um mundial e inspirar o Brasil para 2014. O projeto chama-se “A COPA DAS PESSOAS”.
O trailer já está sendo exibido:
www.acopadaspessoas.com.br.

O filme estreia na íntegra nesta quinta-feira, dia 21, no site www.acopadaspessoas.com.br e no domingo, dia 24, numa exibição inédita sem cortes na ESPN Brasil, às 19h30.
“A Copa das Pessoas” também será lançado simultaneamente em todos os países participantes do projeto. Os 32 cineastas envolvidos receberão um kit contendo folders, cartazes e DVDs com o filme para a organização de uma première em seus países.

“A Copa das Pessoas” reúne as imagens de cada torcida em seu respectivo país, mas organizadas de uma forma que sugere que todos os povos assistem a uma única partida. Não há cronologia fiel às etapas do Mundial da África do Sul, sem diferenciar o que é primeira fase e o que é final de campeonato. O filme tem como fio-condutor uma sequencia de todos os sentimentos envolvidos em um jogo de futebol. Desde a devoção do hino nacional, a expectativa do apito inicial e o nervosismo das batalhas travadas em campo até a explosão de um gol. No Brasil as imagens foram captadas no Rio de Janeiro pelos diretores Renato Martins, Gabriel Santucci e André Markwald. Apenas as torcidas da Costa do Marfim e Coreia do Norte tiveram suas cenas captadas fora dos seus países de origem, na própria África do Sul, sede da Copa. Os cineastas receberam orientações diferentes de acordo com a fase da Copa do Mundo e do perfil da nação.

Campanha em TV, cinema, revista e internet fazem parte do pacote de mídia do projeto. A mídia impressa terá anúncios de página dupla na revista Placar. A campanha gráfica do projeto conta com o islandês radicado na Alemanha Siggi Eggertsson, um dos mais respeitados ilustradores do mundo. Já publicou trabalhos em revistas como Wired, Dazed & Confused, Computer Arts e Plastic e realizou exibições de seus trabalhos em diversos países pela Europa, nos Estados Unidos e na Austrália. Seu trabalho já serviu para as mais importantes marcas do mundo, como Coca-Cola, H&M, Microsoft, New York Times, Wallpaper e a dupla musical americana Gnarls Barkley.

postado por Onivaldo Dyna, pós-graduando em juventude contemporãnea.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Dançarinos prisioneiros do Centro de Detenção e Reabilitação da Província de Cebu (Filipinas)



Dançarinos prisioneiros do Centro de Detenção e Reabilitação da Província de Cebu (Filipinas). Coreografias - que fazem sucesso, muitas no youtube - idéia de Byron Garcia, consultor de segurança do governo da província de Cebu. A nova rotina de exercícios melhorou "drasticamente" o comportamento dos presos e dois ex-detidos transformaram-se em dançarinos desde então. "A música, pode envolver o corpo e a mente. " A dança é obrigatória para todos os 1,6 mil detidos na prisão de Cebu, excepto para idosos e doentes.

CLIQUE AQUI E VEJA A COREOGRAFIA

Após 'Thriller', presos filipinos dançam sucesso de Vanilla Ice

Depois de se transformar em um sucesso da internet com o vídeo que mostra a coreografia para a música Thriller, um grupo de presos nas Filipinas se prepara agora para dançar Ice Ice Baby, sucesso de Vanilla Ice.
Centenas de prisioneiros do Centro de Detenção e Reabilitação da Província de Cebu, todos vestidos com macacões laranja, atraíram a atenção do mundo todo no YouTube.
Eles reproduziram a coreografia do clássico clipe de Michael Jackson para a música Thriller. O vídeo já foi visto mais de 1,3 milhão de vezes.
Os detentos já dançaram ao som de In The Navy e YMCA, do Village People, e já têm outras duas coreografias sendo ensaiadas, além do sucesso de Vanilla Ice.
As coreografias foram uma idéia de Byron Garcia, um consultor de segurança do governo da província de Cebu.
Ele afirma que a nova rotina de exercícios melhorou "drasticamente" o comportamento dos presos e dois ex-detentos se transformaram em dançarinos desde então.
'Disciplina'
A dança é obrigatória para todos os 1,6 mil detentos na prisão de Cebu, exceto para os idosos e doentes.
Além das danças já citadas, os prisioneiros já fizeram coreografias de músicas de artistas locais, do grupo Queen e do filme Mudança de Hábito, cujos clipes os detentos viram milhares de vezes no próprio YouTube, onde hoje eles são sucesso.
"Usando a música, você pode envolver o corpo e a mente. Os prisioneiros têm que contar, memorizar passos e seguir a música", disse Garcia à BBC.
"Os prisioneiros me dizem: 'Você precisa colocar sua mente longe da vingança, da loucura ou de para escapar da prisão ou se juntar a uma gangue'", acrescentou Garcia.
As coreografias começaram em 2006, depois que Garcia começou a fazer os prisioneiros marcharem ao som de músicas como Another Brick in the Wall, do Pink Floyd, para aumentar a participação dos detentos nos exercícios.
O próprio Garcia ficou surpreso pela popularidade mundial dos clipes, que ele colocou na internet para dividir suas experiências com outras autoridades penitenciárias.
"Queria mostrar a eles que estou fazendo algo de sucesso aqui, para mostrar a disciplina em ação", disse.
Mas o vídeo se transformou em uma fonte de muito orgulho para os prisioneiros.
"Os detentos estão muito felizes com o interesse, eles sempre falam disso e perguntam como tantas pessoas assistiram (à coreografia) no YouTube", disse Garcia.


postado por Onivaldo Dyna,
pós-graduando em juventude contemporânea

domingo, 7 de novembro de 2010

10 anos do Curso de Especialização em Juventude:


agradecimento à Casa da Juventude Pe. Burnier e à Rede Brasileira de Centros e Institutos de Juventude

A preocupação, o interesse e também o amor pela juventude tem crescido em muitas pessoas, Instituições e mesmo governos. Essa atenção dedicada aos jovens se deve a muitos fatores sociais (e demográficos), mas, em diversos casos, é fruto de processos de formação como os realizados nas Pastorais da Juventude, nos Centros e Institutos de juventude pelo Brasil, nos movimentos sociais, nas Igrejas, nas escolas, nas universidades. Um lugar especialmente tem sido celeiro onde brota, cresce e irradia amor pela vida da juventude no Brasil: a Casa da Juventude Pe. Burnier (CAJU), situada em Goiânia, na beleza do Cerrado.

A coordenação do Curso de Especialização Latu Sensu em Juventude no Mundo Contemporâneo que completou 10 anos foi um dos tantos desafios que a CAJU assumiu como Instituição que cuida da juventude e como Igreja. A Especialização tem sido também grande referência para pessoas, governos e Instituições que se interessam e/ou estão envolvidos com juventude. O Curso é oferecido pela Rede Brasileira de Centros e Institutos de Juventude, com chancela da FAJE (Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia) e tem como objetivo aprofundar o conhecimento teórico, prático e científico da juventude contemporânea, capacitando profissionais para promoção de estratégias de atuação junto aos/às jovens.

Somos da 6ª Turma do Curso de Especialização, até aqui mais de 200 especialistas em juventude formados atuando no Brasil todo. Especialistas que atuam em diversos lugares, enriquecendo a prática das escolas, das universidades, das organizações não governamentais, dos movimentos sociais, da Igreja!

A 6ª Turma da Especialização, rumo ao último período do Curso, manifesta sua gratidão à Rede Brasileira. De modo especial, manifesta sua gratidão à Casa da Juventude pelo exemplar serviço de coordenação desse projeto que acontece dentro de suas dependências; pela mobilização que tem feito em Goiás e no Brasil em favor da vida da juventude; pelo acúmulo e sistematização de sua prática educativa e pastoral junto dos jovens; pelo inspirador exemplo que tem sido os colaboradores e funcionários da Casa da Juventude no serviço à juventude, no estudo da realidade juvenil, no acompanhamento direto aos jovens empobrecidos, na fidelidade de seu seguimento a Jesus Cristo e pertencimento à sua comunidade de discípulos – a Igreja.

6ª Turma da Especialização em Juventude no Mundo Contemporâneo

quinta-feira, 4 de novembro de 2010


ANOREXIA: O que podemos fazer?

Numa sociedade consumista como a que vivemos esse problema, já se tornou caso de saúde publica, pois não são poucos os jovens que vivem esse dilema. Eles se vêem gordas mesmo estando fisicamente estão magras, O que é beleza? Claro, que estar bem consigo, ter cuidado e se gostar, é legal, mas antes de qualquer coisa, valorizar a Saúde, depois vem a beleza. Esse vídeo nos mostra alguns retratos desse problema. Precisamos ficar atentos para que possamos ajudar, no que for possível e encaminhar quando não pudermos ajudar. Mas o que não podemos fazer é virar as costas, mas estender as mãos. Assista, você vai se surpreende!! http://www.metacafe.com/watch/2929584/anorexia_influ_ncia_da_m_dia/

Por: Ruth Leitão
Pós-graduando em Juventude

terça-feira, 26 de outubro de 2010

A Cor da Juventude



"... as cortinas seguem abertas."



Festival Nacional de Música e Poesia da PJ

CONFIRAM!!! Vejam aí Nota de Divulgação do Festival no site da PJ: http://www.pj.org.br/

Olá juventude, paz e bem;

É com alegria que a equipe do Festival A Cor da Juventude partilha que estamos avançando nessa proposta ousada, de espalhar arte por todos os cantos. Podemos ver que novos talentos estão surgindo e outros já desenvolvidos estão se fortalecendo, todos juntos pela evangelização e busca pela Civilização do Amor. O Festival trás como tema a Campanha Nacional Contra a violência e o Extermínio de Jovens (www.juventudeemmarcha.org) Até agora os grupos produziram seus vídeos e uma equipe especializada julgou as músicas e poesias enviadas. Nos próximos dias, as classificadas para a próxima fase estarão a disposição no site do Festival, onde o voto estará aberto a todas/os. Fiquem ligados/as que logo, logo disponibilizaremos o link com os vídeos para que possam assistir e dar seu voto.

Festival Nacional de Música e Poesia da PJ
aqui quem ganha é sempre a juventude!

Visite nos http://www.acordajuventude.com.br/

Siga-nos no Twitter: @festivalpj

"A juventude unida clamando noite e dia com gritos de esperança e de paz" (Zé Vicente)

Texto: Equipe Nacional Festival A Cor da Juventude

Por: Onivaldo Dyna
Pós-granduando em Juventude

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Tribos Urbanas - Programa A Liga

A expressão “tribos urbanas”, cunhada pelo sociólogo francês Michel Maffesoli, diz respeito à percepção deste à associações que eram feitas entre indivíduos das sociedades pós-modernas em processo de individualização. Atualmente é cada vez mais fácil perceber como estes grupos e suas identidades próprias ocupam e reivindicam espaço dentro dos centros urbanos.

Confiram o vídeo do programa “A liga” falando sobre este assunto:




Por: Débora Barros

Secretária da Especialização em Juventude

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

PACTO PELA JUVENTUDE

O que defende o Pacto?
Entre outras propostas o Pacto 2010 defende a criação de um sistema nacional de juventude que fortaleça o controle social e fortaleça a articulação entre as políticas públicas para a juventude e a aprovação do Plano Nacional de Juventude, que estabelece diretrizes e metas para serem alcançadas pelo Brasil até 2022.
No campo da educação as metas vão desde a erradicação do analfabetismo até a expansão da universidade pública e do sistema público de educação profissional. A agenda de trabalho decente merece um ponto específico onde o combate a precarização do trabalho juvenil aparece como tema central.
Implementação de políticas afirmativas contra homofobia e o racismo, e pela igualdade racial e de gênero também são propostas do texto, que prevê, ainda, a promoção do acesso dos jovens aos bens culturais, e ao esporte e lazer. No ponto saúde o foco vai para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), para a prevenção de DST/HIV/AIDS e do uso abusivo de drogas.
O documento discute também metas e alternativas para a redução da mortalidade juvenil, pela garantia de moradia digna, pela promoção do direito à comunicação – com ampliação do acesso às tecnologias de informação e aprovação do Plano Nacional de Banda larga – e pela garantia do acesso à terra e permanência no campo e pede comprometimento dos pactuantes com o fortalecimento dos canais de participação democrática como os Conselhos e Conferências de Juventude.
Outras informações acesse o site: Pacto pela Juventude e par ir diretamente ao texto do Pacto acesse aqui.

Por: Onivaldo Dyna
Pós-graduando em Juventude.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Conjuntura político-eleitoral 2010

Nestes tempos de informações desencontradas é importante ter acesso a análise que nos de informações coerentes. O Instituto Humanitas Unisinos é uma dos melhores sites sobre artigos que abrangem diversas áreas do conhecimento. Vale a pena conhecer.

A análise da conjuntura da semana é uma (re)leitura das ‘Notícias do Dia’ publicadas, diariamente, no sítio do IHU. A análise é elaborada, em fina sintonia com o Instituto Humanitas Unisinos - IHU, pelos colegas do Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores - CEPAT - com sede em Curitiba, PR, parceiro estratégico do Instituto Humanitas Unisinos - IHU.

Acesse a ultima análise neste link: Instituto Humanitas Unisinos

Por: Onivaldo Dyna,
Pós-graduando em juventude.