E para provocar essa temática, "um tira gosto" que apresenta algumas tendências da cultura juvenil no contexto da globalização.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Juventude em face da Globalização
E para provocar essa temática, "um tira gosto" que apresenta algumas tendências da cultura juvenil no contexto da globalização.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
carta a mãe africa
Documentário que trata sem rodeios a questão racial no Brasil, os vários mitos para se tentar driblar a noção de racismo, as tentativas de se sabotar a compensação ou outras políticas sociais que tentem reparar 400 anos de Estado escravocrata. O documentário guia-se pela letra da música "Carta A Mãe África" do rapper brasiliense GOG, seguindo para os depoimentos de artistas e intelectuais sobre a questão.
Carta A Mãe África from rafael bessa on Vimeo.
postado por Onivaldo Dyna, especializando em juventude contemporânea.
domingo, 16 de janeiro de 2011
O Estado da Arte sobre juventude na pós-graduação brasileira:Educação, Ciências Sociais e Serviço Social (1999-2006) - vols. I e II
Para baixar estes dois livros cliques nos linkes respectivos. Ter paciencia que demora um pouco.
http://www.uff.br/observatoriojovem/sites/default/files/documentos/EstadoArte-Vol-1-LivroVirtual.pdf
http://www.uff.br/observatoriojovem/sites/default/files/documentos/EstadoArte-Vol-2-LivroVirtual.pdf
Postado por Onivaldo Dyna, pós-graduando em Juventude Contemporanea.
Diga não a "Belo Monte"
A mega usina de Belo Monte iria cavar um buraco maior que o Canal do Panamá no coração da Amazônia, alagando uma área imensa de floresta e expulsando milhares de indígenas da região. As empresas que irão lucrar com a barragem estão tentando atropelar as leis ambientais para começar as obras em poucas semanas.
A mudança de Presidência do IBAMA poderá abrir caminho para a concessão da licença –- ou, se nós nos manifestarmos urgentemente, poderá marcar uma virada nesta história. Vamos aproveitar a oportunidade para dar uma escolha para a Presidente Dilma no seu pouco tempo de Presidência: chegou a hora de colocar as pessoas e o planeta em primeiro lugar. Assine a petição de emergência para Dilma parar Belo Monte –- ela será entregue em Brasília, quando conseguirmos 150.000 assinaturas.
Eu já assinei: e você?
Contribua para proteger o planeta com um clique!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Programa de TV QUARTO MUNDO

Olá! Aqui está nosso primeiro post do ano de 2011. É uma indicação de programa de TV feito por jovens e que vale a pena conhecer. Para quem está fora da cidade de São Paulo vale conferir o programa via internet como esta indicado no final do release feito pelo pessoal do próprio programa e que segue abaixo! Conheça tambem o Blog do Programa: http://quartomundotvusp.blogspot.com/
Bem vindo ao nosso Blog em 2011!
"Quarto Mundo é um programa de televisão feito por jovens e adolescentes moradores da Região da Grande São Paulo. Realizado pela TV USP, em parceria com a Viração, os jovens e adolescentes recebem formação especifica de audio visual, jornalismo, entre outras temáticas para realização do programa. Os participantes têm de 13 a 21 anos, e são todos e todas estudantes do Ensino Médio. E são eles e elas que constroem coletivamente cada passo do programa, desde a pauta, a apresentação e até a gravação.
Onde? Na TV USP (canal 11 da NET, 71 da TVA e 187 da TVA Digital)
Quando? quinta-feira às 22h
Postado por Onivaldo Dyna, pós-graduando em Juventude Contemporânea.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
A História das Jornadas Mundiais da Juventude
Um convite e milhões de respostas
O ano da Juventude
A primeira Jornada Mundial da Juventude
Depois da queda do Muro
O Jubileu das Jornadas
Com Bento e a benção de João Paulo
Madri abre suas portas!
in site: http://www.jmjbrasil.com.br/jmj/
postado por Onivaldo Dyna, pós-graduando em Juventude Comtemporânea
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
A PRÓXIMA DÉCADA NO CAMPO DA (IN)SEGURANÇA PÚBLICA
Luiz Eduardo Soares
(Publicado na Revista Época (27-dez-2010), que está nas bancas)(Ver entrevista no Programa Roda Viva da TV Cultura no ultimo dia 29 de novembro de 2010:
http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/programa/1232)
O que nos reservam os próximos dez anos? As principais tendências apontam para a nacionalização dos problemas, que deixam de ser exclusividade dos centros metropolitanos e se espalham pelo país. A epidemia das armas e, portanto, dos homicídios tem se deslocado para áreas de crescimento tardio mas acelerado, cujo desenvolvimento oferece oportunidades, ainda que o emprego para jovens continue exíguo. É o caso de cidades nordestinas e do Centro-Oeste ou do litoral fluminense, por exemplo. Se o petróleo deixou rastro de mudanças rápidas e desordenadas, aquecendo a violência (como em Macaé), o pré-sal pode intensificar esse fenômeno. As fronteiras tendem a ferver, sob a tensão dos tráficos, contrabandos e piratarias. Foz do Iguaçu é o caso emblemático. A questão do terrorismo se imporá por conta dos
eventos internacionais e também porque a precariedade de nossos controles atrairá grupos que, pressionados em suas regiões de origem, busquem um recuo tático.
Enquanto o tráfico de drogas, envolvendo controle territorial e domínio de comunidades, tende ao declínio porque é anti-econômico, além de desnecessariamente arriscado, o negócio das drogas continuará prosperando, em um formato nômade, mais leve e menos perigoso, como ocorre nas democracias mais avançadas.
A insuficiência dos salários pagos aos policiais continuará a empurrá-los para o bico na segurança privada, o que, sendo ilegal, obrigará as autoridades a conviver com o ilícito, para evitar demanda salarial e colapso orçamentário. Essa tolerância, ao gerar uma área de sombra, manterá fora do campo de fiscalização os policiais que se aproveitarem disso para provocar insegurança e vender segurança, ou para formar grupos de extermínio, ou ainda para se organizar como milícias. Tais máfias tendem, portanto, a uma expansão viral, estendendo tentáculos políticos e se infiltrando em outras instituições públicas.
O sistema político-eleitoral, como se sabe, estimula a corrupção. Nesse ambiente, os crimes de colarinho branco tem prosperado e tendem a avançar, porque as barreiras às ilegalidades, progressivamente derrubadas, abrem espaço para novas conexões entre distintos tipos de crime organizado, produzindo configurações mais complexas e ameaçadoras.
A homofobia parece ganhar força, na exata medida em que novos direitos se afirmam, suscitando reações perversas em grupos culturalmente vulneráveis aos racismos e preconceitos --o mesmo valendo para a violência de gênero e a brutalidade contra crianças. A praga do crack somada à nossa hipócrita política de drogas tendem a acelerar a criminalização da pobreza, no contexto marcado pela seletividade das ações policiais e pela profunda desigualdade no acesso à Justiça. O aumento veloz da população carcerária incrementará a degradação ainda maior do sistema penitenciário e jogará na carreira criminal mais e mais jovens presos por pequenos delitos não-violentos. A corrupção policial e a brutalidade letal, bases de sustentação de tantos crimes (a começar pelo tráfico de drogas), crescerão se forem mantidas as atuais estruturas organizacionais das polícias, refratárias à gestão racional e ao controle externo. A desvalorização da perícia, comum em boa parte do país, continuará reduzindo prisões ao flagrante e inviabilizando investigações.
As boas experiências em alguns estados, como as UPPs, e em vários municípios tendem a não se generalizar nem aprofundar, porque se realizam apesar do modelo policial e da arquitetura institucional da segurança e não graças a eles.
O que fazer para prevenir esse cenário? Sabemos que há necessidade de políticas multi-setoriais, porque os dilemas se inscrevem em diferentes dimensões da vida social, do emprego à educação. Vou me concentrar na área mais específica, avaliando o passado recente.
Os oito anos de Lula na presidência foram antecedidos pela divulgação de um plano nacional de segurança pública, que o primeiro mandato ensaiou implementar, mas optou por abandonar, e o segundo retomou, parcialmente, esvaziando-o das propostas mais ambiciosas e potencialmente geradoras de conflitos. O plano firmava o compromisso de propor ao Congresso que alterasse o artigo 144 da Constituição, transformando, assim, a arquitetura institucional da segurança pública, que priva a União de maiores
responsabilidades, exclui os municípios e condena as polícias estaduais à reatividade, à rivalidade, à repetição inercial de velhos padrões ineficazes e ilegais, ao voluntarismo espasmódico e ao descontrole. O modelo policial com duas meias polícias, a civil e a militar, impede a gestão racional, legalista e eficiente.
No segundo mandato, o ministro da Justiça, Tarso Genro, implementou o programa nacional de segurança com cidadania, destacando a prevenção e o papel dos municípios. Na secretaria nacional de segurança pública, Ricardo Balestreri criou a rede nacional de ensino em segurança pública, o mais bem sucedido esforço de qualificação dos profissionais da área. As reformas institucionais, entretanto, ficaram fora da agenda.
Impossível prever o que fará a presidente Dilma Roussef. Os governos federais –sem exceção-- têm se esquivado de enfrentar o desafio das reformas. Resta a pergunta: o Brasil, que já enfrenta tantos gargalos --infra-estrutura, educação, sistemas tributário e político--, suportaria o cenário prospectivo que expus? A próxima década parece começar sob o signo da falta de vontade política para dirigir e celebrar um pacto nacional supra-partidário em torno de transformações institucionais inadiáveis, na segurança. Por outro lado, a década promete avanços sociais e econômicos aos quais corresponderá a exigência de que as lideranças políticas (e a sociedade) encarem com mais coragem, lucidez e espírito público suas
responsabilidades. A pressão do processo histórico contra os gargalos ou nos
condena ao atraso e ao eterno retorno da violência ou nos força a encarar a
sério nossas debilidades para corrigi-las. Digo isso com otimismo, confiando
na potência criativa dessa contradição.
Postado por Onivaldo Dyna - pós-graduando em Juventude Contemporânea.
sábado, 18 de dezembro de 2010
HISTÓRIA DO NATAL DIGITAL
Como as Redes Sociais, a web e o mobile contam a História da Natividade.
O Natal através do Facebook, Twitter, YouTube, Google, Wikipedia, Google Maps, GMail, Foursquare, Amazon...
Os tempos mudam, o sentimento continua o mesmo.
postado por Onivaldo Dyna, pós-graduando em juventude
terça-feira, 30 de novembro de 2010
OLYMPIKUS LANÇA A COPA DAS PESSOAS
A convite da Olympikus, 32 cineastas produziram, juntos, um filme que tem como cenário 32 países que participaram da Copa de 2010. O filme pretende mostrar o verdadeiro sentido de um mundial e inspirar o Brasil para 2014. O projeto chama-se “A COPA DAS PESSOAS”.
O trailer já está sendo exibido: www.acopadaspessoas.com.br.
O filme estreia na íntegra nesta quinta-feira, dia 21, no site www.acopadaspessoas.com.br e no domingo, dia 24, numa exibição inédita sem cortes na ESPN Brasil, às 19h30.
“A Copa das Pessoas” também será lançado simultaneamente em todos os países participantes do projeto. Os 32 cineastas envolvidos receberão um kit contendo folders, cartazes e DVDs com o filme para a organização de uma première em seus países.
“A Copa das Pessoas” reúne as imagens de cada torcida em seu respectivo país, mas organizadas de uma forma que sugere que todos os povos assistem a uma única partida. Não há cronologia fiel às etapas do Mundial da África do Sul, sem diferenciar o que é primeira fase e o que é final de campeonato. O filme tem como fio-condutor uma sequencia de todos os sentimentos envolvidos em um jogo de futebol. Desde a devoção do hino nacional, a expectativa do apito inicial e o nervosismo das batalhas travadas em campo até a explosão de um gol. No Brasil as imagens foram captadas no Rio de Janeiro pelos diretores Renato Martins, Gabriel Santucci e André Markwald. Apenas as torcidas da Costa do Marfim e Coreia do Norte tiveram suas cenas captadas fora dos seus países de origem, na própria África do Sul, sede da Copa. Os cineastas receberam orientações diferentes de acordo com a fase da Copa do Mundo e do perfil da nação.
postado por Onivaldo Dyna, pós-graduando em juventude contemporãnea.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Dançarinos prisioneiros do Centro de Detenção e Reabilitação da Província de Cebu (Filipinas)

Após 'Thriller', presos filipinos dançam sucesso de Vanilla Ice
Depois de se transformar em um sucesso da internet com o vídeo que mostra a coreografia para a música Thriller, um grupo de presos nas Filipinas se prepara agora para dançar Ice Ice Baby, sucesso de Vanilla Ice.
Centenas de prisioneiros do Centro de Detenção e Reabilitação da Província de Cebu, todos vestidos com macacões laranja, atraíram a atenção do mundo todo no YouTube.
Eles reproduziram a coreografia do clássico clipe de Michael Jackson para a música Thriller. O vídeo já foi visto mais de 1,3 milhão de vezes.
Os detentos já dançaram ao som de In The Navy e YMCA, do Village People, e já têm outras duas coreografias sendo ensaiadas, além do sucesso de Vanilla Ice.
As coreografias foram uma idéia de Byron Garcia, um consultor de segurança do governo da província de Cebu.
Ele afirma que a nova rotina de exercícios melhorou "drasticamente" o comportamento dos presos e dois ex-detentos se transformaram em dançarinos desde então.
'Disciplina'
A dança é obrigatória para todos os 1,6 mil detentos na prisão de Cebu, exceto para os idosos e doentes.
Além das danças já citadas, os prisioneiros já fizeram coreografias de músicas de artistas locais, do grupo Queen e do filme Mudança de Hábito, cujos clipes os detentos viram milhares de vezes no próprio YouTube, onde hoje eles são sucesso.
"Usando a música, você pode envolver o corpo e a mente. Os prisioneiros têm que contar, memorizar passos e seguir a música", disse Garcia à BBC.
"Os prisioneiros me dizem: 'Você precisa colocar sua mente longe da vingança, da loucura ou de para escapar da prisão ou se juntar a uma gangue'", acrescentou Garcia.
As coreografias começaram em 2006, depois que Garcia começou a fazer os prisioneiros marcharem ao som de músicas como Another Brick in the Wall, do Pink Floyd, para aumentar a participação dos detentos nos exercícios.
O próprio Garcia ficou surpreso pela popularidade mundial dos clipes, que ele colocou na internet para dividir suas experiências com outras autoridades penitenciárias.
"Queria mostrar a eles que estou fazendo algo de sucesso aqui, para mostrar a disciplina em ação", disse.
Mas o vídeo se transformou em uma fonte de muito orgulho para os prisioneiros.
"Os detentos estão muito felizes com o interesse, eles sempre falam disso e perguntam como tantas pessoas assistiram (à coreografia) no YouTube", disse Garcia.
postado por Onivaldo Dyna,