Compreende-se que a globalização e cultura são dois pólos que se interligam no que diz respeito à diversidade do tempo em que vivemos. Entre tantos pontos de vista de Barbero sobre “globalização e cultura”, sintetizamos que a globalização intensifica cada vez a interdependência e as relações sociais em nível mundial. Assim, ela não significa apenas o desenvolvimento das redes sociais afastadas de nossas realidades e das preocupações individuais - é um fenômeno mundial que nos permite comunicar e fazer ressurgir o interesse pela cultura dos lugares onde vivemos.
O processo de globalização é, ao mesmo tempo, um movimento de potencialização da diferença e de exposição constante de cada cultura às outras culturas, de minha identidade àquela do outro (Barbero, p.60). Nessa dimensão, não é possível ser fiel à cultura sem transformá-la com o tempo presente da história, seja nos seus locais de vivência coletiva ou nos grandes canais de comunicação e informação mundial. Para visualizar este cenário de comunicação cultural é necessário ajustarmos as lentes e focar o olhar na direção das construções e das narrativas das novas identidades.
Por Arlete Gomes, Bruno Ramos e Rafael Correa.






Na segunda aula de metodologia, as conversas giraram em torno da formulação dos problemas de pesquisa e das técnicas de estudo bibliográfico e análise documental. Abaixo estão disponíveis alguns materiais desta aula e na coluna à direita, abaixo dos seguidores deste blog, foi criada uma seção para apresentação de fontes confiáveis de pesquisa. Começamos com as sugestões biblioteconomista Lana, responsável pelo Centro de Estudos e Documentação pe. Albano Trinks, Cedoc da Casa da Juventude. Envie também as suas sugestões para constituirmos uma base de dados em pesquisa sobre adolescência e juventude.
